Monde 24/06/20264Adicionar aos favoritos

O arquidiocese de Detroit planeja encerrar a missa dominical em até 90 paróquias. Paradoxalmente, o arcebispo Weisenburger havia suprimido no ano passado a missa na forma extraordinária em 13 locais, conhecidos por atrair jovens e famílias. Pierre-Antoine Vasseur analisa o que essa decisão revela da crise estrutural da Igreja nos Estados Unidos.
LifeSiteNews (23 de junho de 2026) relata que a arquidiocese de Detroit poderá encerrar a celebração da missa dominical em até 90 paróquias, devido à falta de sacerdotes. O arcebispo Weisenburger declarou querer "paróquias vivas". Porém, no ano anterior, havia suprimido a missa na forma extraordinária – a missa tridentina – em 13 locais diocesanos, comunidades conhecidas por sua atratividade junto aos jovens e famílias numerosas.
A contradição é impressionante. Os dados estão documentados há anos: as comunidades ligadas à forma extraordinária da missa têm, proporcionalmente, mais vocações sacerdotais e mais famílias numerosas do que a média diocesana. Suprimir essas comunidades e depois invocar a falta de sacerdotes para fechar paróquias é cortar o galho em que se está sentado.
O direito canônico lembra que o pároco é obrigado a zelar para que os fiéis sejam alimentados pela celebração dos sacramentos (CIC, cân. 528 §2). A falta de sacerdotes é real; ela não justifica privar comunidades da Eucaristia sem explorar outras soluções – nomeadamente, recorrendo aos sacerdotes das comunidades tradicionais que o mesmo arcebispo afastou.
Cristo prometeu estar com sua Igreja "até o fim do mundo" (Mateus 28, 20). As decisões pastorais que restringem o acesso à Eucaristia dominical merecem um exame sério – e público.
90 paróquias poderão perder sua missa dominical. 13 locais de missa tradicional suprimidos em 2025 pelo mesmo arcebispo. As comunidades ligadas à forma extraordinária representam proporcionalmente mais vocações e famílias numerosas do que a média diocesana nos Estados Unidos. Fonte: LifeSiteNews, 23 de junho de 2026.
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C’est vraiment décourageant de voir fermer des églises alors qu’on manque de lieux de prière. Et pourquoi supprimer la messe traditionnelle, qui ramène justement des jeunes et des familles ?
Fermer 90 églises le dimanche alors qu’on a viré les messes en latin qui marchaient bien, c’est comme scier la branche sur laquelle on est assis.
C’est à n’y rien comprendre : on ferme des messes là où les gens viennent encore, et on supprime celles qui attiraient du monde. Où est la cohérence ?
Fermer des églises où les gens venaient encore, et en plus supprimer la messe traditionnelle qui attirait du monde… C’est comme souffler sur les braises.
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